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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Desfile Moda UDESC 2010

Aoi no Sakuranbo está quase pronta pra lançar um EP.

"Eu queria MPB"


"O urso e o Bilbo"


"Devir Fauno"


"Corda do coração"


"Eu tenho besouros"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aoi no Sakuranbo em desfile de moda

a Aoi no Sakuranbo está compondo e produzindo algumas mÚsicas para o desfile de formatura de algumas colegas minhas do curso de moDa da UDESC.
seguem duas demos:

"Corda do coração"
inspirado no tema da franquia de jogos Katamari. o tema da Alda tem a ver com lembranças que temos de nossos avós, e por isso uso tema de um jogo - já que foi meu avô quem me deu meu primeiro video game e assim 'estragou' minha vida. tentei criar um ambiente confortável e comum (harmonia simples, piano 'aquático'), mas aos poucos vou diluindo esse conforto e transformando em nostalgia confusa, meio triste, mas retornando sempre à felicidade confortável.

"Devir fauno"
inspirado de alguma forma em "Prélude d'aprés midi d'un faune" do Debussy e em "Staging a traffic jam" do projeto I Can't Believe It's Not Rock do Daniel Johns e Paul Mac. eu quis criar um ambiente sensual e fantasioso, como que quisesse de alguma forma satisfazer uma frustração. o tema da Ianah tem a ver com o conceito freudiano de fantasia servindo pra satisfazer o que não existe nem nunca vai existir.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aoi no Sakuranbo

projEto de música sob encomenda. música que não me pertenCe, mas que vem de mim, mesmo que contra minha vontade - sendo que esta é a minHa vontade. aquI o simulacro e o real se misturam, se perdem e por fim acabam se encontrando - quem compõe é o real ou o virtual?; o resultado é o que se deseja ou só serve para darprazer e não produzir intensidade?; a música não é minha, mas eu as criEi.
o Japão fica do outro lado do mundo. Não do lado oposto, porque é o mundo é redondo, contínuo e dialético, também minhA relação com que eu faço e deixo de Fazer no Aoi no Sakuranbo - ela se forma do outro lado, mas eu sou um mundo, e por isso sou redondo, contínuo e dialético.
não sou mais eu, sou o que querem que eu seja - porque no processo criativo, na produção artística há um eu que discute com a subjetividade e produz algo que não exisTe, faz existir e, assim que pronto, talvez não interesse mais de quem seja - aqui não há o eu, o outro se torna eu e eu me torno o outro, mas - na relação orgânica - a vontade do outro fala mais foRte e mais aLto e interessa de quem seja - é de quem peDe, de quem quer que ela existe. que não sou eu, mas a extensão de mim que é o outro.