quinta-feira, 29 de julho de 2010

Primeiros exemplares!

as capas teste que eu e a Noara fiZemos!





além das 7 músicas que estão no MySpace, no primeiro álbum da Cereja Azul ainda estão uma música instrumental de introdução, e uma versão para 3 vozes e uma guitarRa cheia de fuzz para "Everyday" do Buddy Holly.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

ontem eu e a Noara terminamos de fazer os primeiros álbuns! fizemos 3, ainda estao com pequenos erroS, mas estao lindos. depois posto fotos deles aqui.
e também ainda falta fazer o desenho do próprio cd, mas issO é coiSa rápida.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Rosa e o Jasmim

terminei de gravar hoje a prImeira música da Cereja Azul versão 2010. "A Rosa e o Jasmim", marchinha do compositor, e meu aVô, Zininho. ficou linda deMais.
outra hora posTo a música por aquI.

"A Rosa e o Jasmim"
A Rosa brigou com o Jasmim
Ficou tão triste e sentida
Quando vieram lhe dizer
Que ele namorou a Margarida

Não fiques triste, Rosa
Que o Jasmim é todo teu
Um dia ele gostou de outra
Mas foi da Carmélia
E ela já morreu."

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aoi no Sakuranbo

projEto de música sob encomenda. música que não me pertenCe, mas que vem de mim, mesmo que contra minha vontade - sendo que esta é a minHa vontade. aquI o simulacro e o real se misturam, se perdem e por fim acabam se encontrando - quem compõe é o real ou o virtual?; o resultado é o que se deseja ou só serve para darprazer e não produzir intensidade?; a música não é minha, mas eu as criEi.
o Japão fica do outro lado do mundo. Não do lado oposto, porque é o mundo é redondo, contínuo e dialético, também minhA relação com que eu faço e deixo de Fazer no Aoi no Sakuranbo - ela se forma do outro lado, mas eu sou um mundo, e por isso sou redondo, contínuo e dialético.
não sou mais eu, sou o que querem que eu seja - porque no processo criativo, na produção artística há um eu que discute com a subjetividade e produz algo que não exisTe, faz existir e, assim que pronto, talvez não interesse mais de quem seja - aqui não há o eu, o outro se torna eu e eu me torno o outro, mas - na relação orgânica - a vontade do outro fala mais foRte e mais aLto e interessa de quem seja - é de quem peDe, de quem quer que ela existe. que não sou eu, mas a extensão de mim que é o outro.

sábado, 1 de maio de 2010

encarte

veja aqui!

ainda não tenHo certeza de que vai funcionar, mas esse é o encarte completo pro dIsco.

segunda-feira, 26 de abril de 2010




o planeJamento do disco tÁ pronto. só pReciso regravar "Everyday" e comprar os papéis cartão.
Será que valerá vendeR por 5 r$?

sábado, 19 de dezembro de 2009

Koellreutter, Stravinsky e Lui.

"Não se deve esquecer que ele [o livro] transmite apenas o que já é tradição, e que a verdadeira arte consiste na criação de algo novo, portanto, não tradicional" (KOELLREUTTER, H. J.. Jazz Hamonia. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1960.)

"Se basta romper um hábito para merecer o rótulo de revolucionário, então todo o músico com algo a dizer e que, para poder dizê-lo, ultrapassa os limites das convenções estabelecidas seria conhecido como revolucionário." (STRAVINSKY, 1942, p. 21)
"(...) a audácia é a força motriz das melhores e maiores atitudes; o que é mais uma razão para não empregá-la levianamente a serviço da desordem e de um desejo mesquinho de causar sensação a qualquer preço." (STRAVINSKY, 1942, p. 21)
"Falar de revolução é falar de um caos temporário." (STRAVINSKY, 1942, p.21)

STRAVINSKY, Igor. Poética Musical em 6 Lições. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1942.

Se a arte é pensamento, filosofia, ela não pode passar por um caos temporário, e por isso não pode sofrer uma revolução - a arte, portanto a música, é um caos eterno. Discos como Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band e Pet Sounds foram tachados - e uso esse termo pejorativamente - de revolucionários porque a música pop é preguiçosa de pensamento, por isso se deixa estabilizar e por fim sofrer revoluções.